MÚSICA E ARTE NO PROCESSO DE CURA

Na tarde de terça-feira, dia 13 de novembro, um grupo de pacientes da área da Saúde Mental apresentou os resultados da produção artística realizada no período de internação no Hospital Centenário, sob supervisão dos serviços de Psicologia e Terapia Ocupacional (TO). Acompanhados por familiares, percorreram os corredores com música, canto e distribuição de abraços. Cartazes com desenhos foram expostos no saguão da Portaria Eletiva. “A música edifica, eleva a vibração e ajuda no processo de cura. A arte conecta, cria empatia, humaniza, nos faz iguais. Atos simples que fazem a diferença e trazem bem-estar”, salienta a psicóloga Rossana Oliveira.

O Hospital Centenário não é referência em atendimento para a especialidade de Psiquiatria. Os pacientes que chegam na Emergência são acolhidos e referenciados para instituições habilitadas, via central de leitos, ou encaminhados para a rede municipal de saúde para a continuidade do tratamento. No entanto, no período em que permanecem na instituição, os serviços de Psicologia e Terapia Ocupacional (TO) desenvolvem, em conjunto, um projeto visando proporcionar atendimento mais qualificado e humanizado a esses pacientes em sofrimento psíquico decorrente de transtorno mental e/ou abuso de substâncias psicoativas, e a seus familiares.

A estratégia de intervenção utilizada pela psicóloga Rossana Oliveira e pela terapeuta ocupacional Viviane Mello, inclui atendimento individual e oficinas terapêuticas. Elas explicam que o objetivo do projeto é promover a escuta qualificada, a expressão e a elaboração de sentimentos, maior autonomia e desenvolvimento de habilidades sociais e de autocuidado, bem como, estimulação de aptidões e funções essenciais para execução de atividades psíquicas, motoras e socioculturais. “Este trabalho busca oportunizar atenção integral ao paciente, minimizando os efeitos negativos da internação, deixando de focar apenas no tratamento medicamentoso”, dizem as profissionais.

No decorrer da internação, é oferecido suporte e orientação aos familiares, sobre manejo, fortalecimento de vínculos e comprometimento na continuidade do tratamento após a alta hospitalar. “O objetivo é possibilitar a reinserção familiar e social do paciente, gerando melhor qualidade de vida ao núcleo familiar”, acrescentam Rossana e Viviane.

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CAPACITAÇÃO

Registro da capacitação sobre germes multirresistentes no ambiente hospitalar. Voltada aos trabalhadores do Hospital, a atividade foi realizada pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), nesta terça-feira, 13 de novembro, e se repetirá no dia 22, das 10h às 12h.

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HOSPITAL RECEBE DOAÇÃO DE EQUIPAMENTOS

Com a promessa de que a ação em benefício do Hospital Centenário não é um ponto final, e que muito ainda será feito pela instituição, o presidente do Lions Clube São Leopoldo Padre Réus, Felipe Rigotti, fez a entrega simbólica dos equipamentos doados pelo Clube Padre Réus à Emergência Pediátrica. A atividade foi realizada no final da tarde desta segunda-feira, dia 12 de novembro, e contou com a presença  da Governadora do Distrito LD2: Antoniete da Graça de Lima Frólio, e de diversos membros do Lions. Ao agradecer a doação, a presidenta do Centenário, Quelen da Silva, ressaltou a importância da parceria e do compromisso do Lions. “Apesar das dificuldades financeiras, e de episódios como o que ocorreu na última sexta-feira, com a morte de um inocente, nós continuamos trabalhando, porque temos redes de parceiros, instituições como o Lions, que estão lutando ao nosso lado pela manutenção deste que é o único hospital da cidade.”

Ao todo, 21 novos equipamentos foram doados para qualificar a Emergência Pediátrica, adquiridos com verbas arrecadadas em campanhas realizadas pelo Clube Padre Réus nos anos 2016, 2017 e 2018. Os equipamentos são: monitor multiparamétrico (1); cardioversor e acessórios (1); carro de urgência (1); bomba de infusão (4); suporte para monitor (1); suporte para bomba de infusão (4); maca para transporte/urgência (2); cama-berço hospitalar (7).

Além da comitiva da Governadora e de integrantes do Clube Padre Réus, também participaram da solenidade o Pós-governador Nadir Klein; o presidente da Câmara de Vereadores, Armando Motta; a vice-presidenta de Operações do Centenário, Lilian Silva; a diretora de Enfermagem, Fabiani Oliveira, e trabalhadores do Centenário.

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SERVIÇO DE ONCOLOGIA É APRESENTADO A ENTIDADES DE APOIO A MULHERES COM CÂNCER

Com a presença das direções da Liga Feminina de Combate ao Câncer de São Leopoldo, e da Associação Força Rosa, o Hospital Centenário apresentou, na manhã desta terça-feira, dia 30 de outubro, a empresa contratada para a reestruturação feita no serviço de média e alta complexidade em Oncologia, que resultou na ampliação e qualificação do atendimento desta especialidade, para a qual é referência a 18 municípios. O cirurgião oncológico Carlos Antonello, diretor da empresa Hernandes Antonello Serviços Médicos, falou sobre o trabalho que vem sendo realizado desde setembro por sua equipe, cuja meta é realizar seis mil consultas e mais de 1.600 procedimentos ao ano, nas especialidades de Mastologia, Ginecologia, Cirurgia Geral e Urologia.

O médico destacou a importância da informação para a prevenção da doença, e de uma equipe multidisciplinar no atendimento aos pacientes. “A informação é a melhor arma contra o câncer. Além disso, sabemos que o tratamento desta doença envolve mais do que a cirurgia, daí a importância de profissionais da Fisioterapia, Nutrição, Psicologia”, enfatizou. O médico disse ainda reconhecer que o Centenário possui um grande serviço de Oncologia clínica, e que sua equipe veio para somar e oferecer atendimento humanizado e com qualidade aos pacientes.

A reunião foi coordenada pela vice-presidenta de Operações do Hospital, Lilian Silva, que reafirmou o compromisso do Hospital em cumprir as atribuições previstas na Portaria 140/2014 do Ministério da Saúde, oferecendo serviços em conformidade com a habilitação que possui. Também participaram o vice-presidente Médico, Valmor Ruaro, e o diretor da Oncologia Centenário, o oncologista clínico Adalberto Broecker Neto.

[Texto e fotos: jornalista Ana Garske | MTb 8443 | Fundação Hospital Centenário |

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ESPECIALISTAS FALAM SOBRE PREVENÇÃO E TRATAMENTO DO CÂNCER DE MAMA

Na reta final das atividades alusivas ao Outubro Rosa, quatro especialistas estiveram em São Leopoldo, na tarde de quinta-feira, 25 de outubro, para o seminário “Cuidados preventivos contra o câncer de mama”. Presente na abertura do evento, o prefeito Ary Vanazzi destacou a importância da prevenção não apenas do câncer, mas de todas as doenças. “Trabalhamos fortemente para superar as dificuldades financeiras e estruturar nossa rede de atenção básica de saúde para que atue na prevenção”, salientou.

A vice-prefeita Paulete Souto; a secretária de Políticas para Mulheres, Danusa da Silva; a presidenta do Hospital Centenário, Quelen da Silva; o diretor da Oncologia Centenário, Adalberto Broecker Neto; a presidenta da Liga Feminina de Combate ao Câncer, Carmen Berner; e a vice-presidenta da Associação Força Rosa, Inês Becker, todos organizadores do Outubro Rosa deste ano, fizeram parte da mesa de abertura do seminário.

Coube ao diretor da Oncologia Centenário, o oncologista clínico Adalberto Broecker Neto, a palestra de abertura. Ele apresentou um histórico da doença e a evolução do tratamento, através dos séculos. À plateia que lotou o Salão Nobre da Secretaria de Educação, o primeiro oncologista do Rio Grande do Sul garantiu: “O câncer de mama sempre existiu, temos registros. Ocorre que, assim como o Alzheimer, trata-se de uma doença que acomete pessoas com mais idade.  Não se falava dele até alguns séculos atrás porque a média de longevidade das pessoas era entre 25 e 30 anos”, lembrou. Ao falar sobre as primeiras drogas que se mostraram efetivas, do surgimento da mamografia e da ecografia,  e das primeiras curas de tumores, o oncologista reforçou a importância da prevenção e do diagnóstico precoce como armas eficazes para o seu combate.

TRATAMENTO E CURA

O coordenador do Serviço de Mastologia do Hospital do Câncer Mãe de Deus, Felipe Zerwes, insistiu no conhecimento como fator de empoderamento das mulheres contra a doença. “É preciso que não haja mais mitos e medos em relação ao câncer. Não podemos assustar, mas informar e combater pelo acesso universal das mulheres aos serviços, explicando que o câncer tem tratamento e tem cura. Se a paciente não tem acesso, ela tem mais chances de morrer”, enfatizou. O mastologista falou também sobre a evolução das cirurgias de mama, e da importância de equipes multidisciplinares na condução do tratamento. “O melhor tratamento é aquele feito parceria, em que as cirurgias podem ser de menor porte quando tem-se, na continuidade, a radioterapia, a quimioterapia”, explicou.

A oncologista clínica da Oncologia Centenário, Hospital Regina e Hospital Mãe de Deus, Juliana Luz Scheffer, elucidou dúvidas sobre o tratamento de quimioterapia e logo de início deixou claro: “Cada vez mais nós vamos usar menos a quimioterapia”. Explicou, porém, que o método ainda é necessário, em muitos casos. Na sua fala, também trouxe a importância da prevenção por meio de hábitos saudáveis, como não fumar, praticar exercícios físicos e manter o peso adequado. Ainda sobre quimioterapia, a oncologista esclareceu que os efeitos colaterais variam de acordo com cada paciente e que a equipe médica está sempre atenta para tornar processo o mais agradável possível.

A palestra de encerramento do seminário foi da médica radio-oncologista da Oncologia Centenário, Juliana Di Vita, que explicou sobre o tratamento de radioterapia. O público, composto em sua maioria por mulheres que têm ou já tiveram câncer de mama, manteve-se atento e interagiu com frequência para elucidar dúvidas. Quase todo mundo que têm câncer de mama precisa de radioterapia”, afirmou a médica. Ela mostrou, por slides,  o aparelho que aplica o tratamento e citou alguns cuidados necessários a quem passa pelo processo: evitar o sol, banho quente e depilação na área de aplicação.

 

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Dia do(a) Médico(a)

Em homenagem ao Dia do(a) Médico(a), ouvimos alguns profissionais da equipe do Hospital e preparamos um Jornal Mural especial, em comemoração à data. O Hospital Centenário deseja a todos esses trabalhadores e trabalhadoras, feliz Dia do(a) Médico(a). Agradecemos os profissionais que se dispuseram a dar seus depoimentos e também aos que falaram e não foram contemplados nesta edição, pela falta de espaço. Por isso, em breve teremos outra edição.

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HUMANIZAÇÃO

Alunos da disciplina de Humanização e Ética, da turma 42 do curso de Técnico de Enfermagem da Escola da Paz, foram conhecer de perto a Maternidade do Hospital, na noite de terça-feira (16). Levaram doações e doses de amor, carinho e afeto às mamães internadas na unidade, e aos bebês. Lá, buscaram conhecer um pouco a respeito das realidades e necessidades das pacientes, numa troca de experiências.

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FAMÍLIA AUTORIZA DOAÇÃO DOS RINS DE IDOSO DE 73 ANOS, VÍTIMA DE AVC

Nesta semana, ocorreu a doação de órgãos do paciente mais velho, desde 2015, ano em que a captação passou a ser feita no Hospital Centenário. A família de um idoso de 73 anos, falecido em decorrência de um AVC, autorizou a doação dos dois rins do paciente.

No Brasil, mais de 44 mil pessoas aguardam pela doação de um órgão, e cerca de 3.500 desta lista são gaúchos. A espera, muitas vezes, é longa demais. No Centenário, a Comissão Intra-Hospitalar de Captação e Doação de Órgãos atua na organização do processo de captação de órgãos, na identificação de potenciais doadores, com abordagem adequada aos familiares, e na articulação do hospital com a Central do Estado, visando ampliação qualitativa e quantitativa na captação de órgãos.

A Comissão é presidida pela enfermeira Fernanda Estrella, e tem como integrantes as enfermeiras Gimeni Pires Carvalho, Maria Iolanda Machado, Neusa David, a psicóloga Loide Machado, a farmacêutica Raquel Bobrowski, a técnica de Enfermagem Andreia da Silva, e o médico Marcos Chaves.

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